sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Oportunidades de aprendizagem no sistema WC .socioeducativo integram pauta de discussões








(Fonte: Ministério dos Direitos Humanos ,23/11/2017)


Em reunião nesta quarta-feira (22/11), a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, recebeu o secretário executivo do Ministério do Trabalho, Helton Yomura, e o auditor-fiscal do Trabalho e coordenador do Projeto de Aprendizagem da Superintendência do Rio de Janeiro, Ramon de Faria Santos, a fim de abordar temas referentes a capacitações no âmbito do sistema socioeducativo.

Durante o encontro foram discutidas as possibilidades de aprendizagem a partir do acolhimento e desenvolvimento de políticas públicas oferecidas pelo Estado, em parceria com instituições privadas. Entre as ações, a oferta de cursos profissionalizantes.

“Temos sempre que pensar em como estes adolescentes sobreviverão quando saírem. Durante o tempo em que estiverem em unidades socioeducativas é importante aprenderem um ofício, com a finalidade de terem esperança e um meio de sustento para o futuro”, disse a ministra.

Para o auditor fiscal Ramon, é crucial que o ensino seja realizado com a fórmula “aprender fazendo”. “Por isso é essencial um ambiente simulado para poder dar aulas, conciliando a teoria e a prática”, afirmou.



·                Aqui em Açailândia do Maranhão, o  CONTUA/Conselho Tutelar e o CREAS/Centro de Referência Especializado de Assistência Social, relatam as  fragilidades e carências da ‘rede de atendimento e do sgdca/sistema  de garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes’ para bem se cumprir a execução de medidas socioeducativas a adolescentes e jovens infratores(as). Conforme relatos, a aprendizagem, no atendimento em meio aberto (Liberdade Assistida e Prestação de Serviços à Comunidade) se desenvolve somente em serviços e programas públicos.
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·                Mas a maior dificuldade relatada, e o maior problema, é a  não adesão tanto de adolescentes como de pais/responsáveis à medidas, resultando em impunidade que realimenta o ciclo de infrações e violência.
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·                Enquanto isso, a implementação do SIMASE/Sistema Municipal de Atendimento Socioeducativo dorme em berço esplendido, enquanto a sociedade se agita e clama por “punição” aos(as) adolescentes infratores, culpando-os (as) em grande parte do clima de insegurança que domina o município.
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